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Retorno da produção favorecerá geração de empregos no Japão

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A desvalorização do iene diminui os custos de fabricação de produtos no Japão. Por essa razão, é cada vez mais evidente a tendência de repatriação da produção ou “reshoring” (trazer a produção de volta para casa).

De acordo com o Yomiuri Shimbun, fabricantes de eletroeletrônicos como Sharp, Panasonic e Daikin já planejam o retorno de parte da sua produção para o país. Grandes montadoras e fábricas de autopeças, como Honda, Nissan e Sumitomo Riko Co., se não decidiram transferir a produção para terras nipônicas, já estão considerando a possibilidade. A Kobayashi Pharmaceutical Co., também revelou um plano para trazer da China a produção de purificadores de ar e máscaras cirúrgicas.

No caso da relação entre China e Japão, a repatriação de empresas foi impulsionada não só pela desvalorização do iene mas também pelo aumento do custo da mão de obra chinesa: os salários na China triplicaram nos últimos dez anos.

Embora muitos fabricantes considerem que o retorno ao Japão possa ser positivo, não há garantias em relação ao tempo em que as condições permanecerão favoráveis. Dessa maneira, algumas empresas hesitam em transferir maiores porcentagens da produção e são cautelosas em relação à construção de novas fábricas.

O jornal conclui que, caso a desvalorização do iene continue por um longo período, um número crescente de empresas poderá expandir suas fábricas e, naturalmente, favorecer a geração de empregos.
Fonte: IPC Digital
www.shigoto.com.br
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Montadoras japonesas querem dominar o mercado brasileiro

Toyota e Nissan tem como desafio superar as quatro grandes que dominam o país, Fiat Sp, Volkswagen AG, General Motors Co. e Ford Motor Co.

As montadoras japonesas Toyota Motor e Nissan Motor estão trabalhando duro para aumentar sua presença no crescente mercado de automóveis do BrasilAs montadoras japonesas Toyota Motor e Nissan Motor estão trabalhando duro para aumentar sua presença no crescente mercado de automóveis do Brasil, a intenção é competir com as quatro grandes marcas de carros que dominam a preferência dos brasileiros, Fiat Sp, Volkswagen AG, General Motors Co. e Ford Motor Co.

A Nissan está construindo sua primeira fábrica no Brasil que ficará localizada no Rio de Janeiro. O custo das obras chegarão a 1,5 bilhão de dólares em Resende, cidade cerca de 150 quilômetros do centro do Rio de Janeiro, e terá capacidade para fabricar 200 mil unidades por ano, e aposta nas novas versões do Nissan March e Nissan Versa.

Mas a montadora planeja lançar 10 novos modelos no Brasil até 2016, a nova fábrica tem previsão de inauguração no primeiro semestre de 2014. O brasil é peça fundamental para expandir a marca pela América Latina.

Oportunidade Olímpica

A montadora japonesa também está prestes a lançar uma grande campanha de marketing para aproveitar a enorme oportunidade de publicidade em torno dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Jogos Olímpicos RJ

A Nissan já adquiriu os direitos para ser patrocinador oficial para os Jogos Olímpicos, e pretende fornecer 4.500 veículos para transporte de funcionários e atletas durante o evento para aumentar a sua visibilidade no país.

Nissan planeja aumentar o número de suas concessionárias no Brasil para mais de 239 em 2016, o dobro do número de 2011, e tem como objetivo aumentar a sua quota de mercado de mais de 5%, a partir do nível atual de cerca de 2%.

As vendas de automóveis no Brasil cresceu 5% em relação ao ano em 2012 para cerca de 3,8 milhões de veículos, estabelecendo um recorde pelo nono ano consecutivo, de acordo com a associação concessionária de carros do país, FENABRAVE.

Veículos Menores

Os carros pequenos são responsáveis ​​por mais de 60% do mercado automobilístico brasileiro. As gigantes montadoras automobilísticas ocidentais ofereceram vários modelos compactos acessíveis visando os consumidores de classe média no país. Montadoras japonesas têm se esforçado para aumentar suas ações no Brasil em modelos de médio porte.

Como parte de uma mudança de estratégia, a Toyota começou a produzir carros pequenos em sua fábrica em Sorocaba, São Paulo, em agosto de 2012. A montadora aposta no sucesso do Toyota Etios, desenvolvido para países emergentes, como a sua principal arma para concorrer com o modelo da Volkswagen , o Gol que é sucesso de vendas no Brasil por vários anos consecutivos.

O Etios representa o primeiro modelo da Toyota no Brasil visando a classe média do país. Ele foi desenvolvido através de pesquisa de mercado. A montadora espera fabricar 70 mil unidades por ano do Etios no país sul-americano.

Outra montadora japonesa, a Honda Motor Co. está considerando a construção de sua segunda fábrica no Brasil, pois sua fábrica existente em Sumaré, São Paulo, está funcionando a todo vapor.

No São Paulo International Auto Show, em 2012, o presidente da Honda, Takanobu Ito disse que sua empresa também começará a vender seus carros de luxo Acura no Brasil em 2015. A medida visa aumentar o poder da marca da empresa.

Desafio da Hyundai

Um novo rival está surgindo para ameaçar as propostas das montadoras japonesas e desafiar os quatro líderes que dominam o mercado brasileiro: a Hyundai Motor Co. da Coréia do Sul.

O subcompacto da Hyundai, HB20 foi lançado em 2012, e rapidamente ganhou popularidade entre os consumidores brasileiros, que aparentemente gostam do estilo do carro e seu preço acessível. O fabricante sul-coreano está com uma fábrica em Piracicaba, São Paulo, que foi inaugurado em novembro do ano passado. A fábrica tem uma capacidade de produção anual de 150.000 veículos.

Desenvolvido e fabricado principalmente no Brasil, o HB20 provou ser um grande sucesso, com vendas mensais de cerca de 10.000 unidades.

Graças à popularidade do carro, parte das vendas de automóveis no Brasil da Hyundai subiu para 6,4% em maio, o quinto maior.

Se a intenção da Nissan é conquistar de vez o mercado no Brasil ela precisa primeiro superar a montadora sul-coreana para atingir sua meta de uma cota de mercado de 5% lá.

Muitos analistas concordam que, se as montadoras japonesas querem aumentar sua vendas no Brasil, eles precisam fortalecer o seu desenvolvimento local, a produção e as capacidades de vendas.
Fonte: IPC Digital