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Curso de assistência a idosos para estrangeiros terá inscrições abertas em Hamamatsu

As aulas são gratuitas, mas o aluno precisará pagar o material didático

cuidador de idososO governo da província de Shizuoka, através do Colégio Técnico de Hamamatsu, vai promover um curso intensivo voltado especificamente a estrangeiros para formar assistentes de idosos, a partir de 2 de agosto, em um período de quatro meses (74 dias ou 438 horas).

As inscrições começam na próxima segunda-feira, dia 13, e podem ser feitas até 12 de julho. Há vagas para somente 12 pessoas que forem aprovadas em um exame de seleção.

Só podem participar estrangeiros que estão procurando emprego e possuem cartão de registro do Hellowork. O curso terá aulas relacionadas à geriatria, comunicação com idosos, noções de saúde e outros assuntos.

Além da área de assistência, os alunos aprenderão sobre costumes trabalhistas e como preencher um currículo. Os professores são japoneses, mas os alunos terão a ajuda de intérpretes para poder acompanhar as matérias.

A prova de seleção será realizada no dia 21 de julho, no Colégio Técnico de Hamamatsu, com leitura e escrita de hiragana e katakana, redação (propósito dos candidatos) e entrevista.

O curso em si é gratuito, mas o aluno precisará pagar apenas o material didático no valor de ¥12.420, seguro de ¥500 a ¥900 e exame médico de ¥1.800. Outras informações podem ser obtidas em português pelo telefone 053-462-5602.
Fonte: Alternativa

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Curso de Japonês – Centro de Apoio ao Estudo para Estrangeiros de Hamamatsu

curso_japonesO Consulado-Geral do Brasil em Hamamatsu informa sobre a o Curso de Japonês oferecido pelo Centro de Apoio ao Estudo para Estrangeiros de Hamamatsu, gratuitamente.
Os cursos são divididos em "Cursos de Conversação" e "Kana e Kanji".

Cursos de Conversação:


≪Nível0≫

Período:14 de Dezembro – 21 de Março

Data:Segunda e Quarta 10:30~12:00

≪Nível1≫

Período:15 de Dezembro – 22 de Março

Data:Segunda 10:30~12:00

Quarta e Quinta 13:00~14:30

≪Nível2≫

Período:14 de Dezembro – 23 de Março

Data:Terça 13:00~14:30

Quarta 10:30~12:00

Sexta 10:00~11:30

≪Nível3≫

Período:13 de Dezembro – 23 de Março

Data:Terça 10:30~12:00

Sexta 13:30~15:00

Kana e Kanji


Aulas de Hiragana, Katakana e Kanji

≪Curso A≫

Período:16 de Janeiro – 19 de Março

Data:Segunda 9:30~10:30

≪Curso B≫

Período:10 de Janeiro – 13 de Março

Data:Terça 9:30~10:30

≪Curso C≫

Período:11 de Janeiro – 15 de Março

Data:Quarta e Quinta 9:30~10:30

≪Curso D≫

Período:13de Janeiro – 16 de Março

Data:Sexta 12:30~13:30

Mais informações:

Centro de Apoio ao Estudo para Estrangeiros de Hamamatsu
tel.: 053 592 1117

Brasileiro é aprovado para curso de solda aos 50 anos de idade

Ele era o único candidato estrangeiro e conseguiu vaga no prestigiado Colégio Técnico de Hamamatsu

Aos 50 anos de idade dos quais 16 vivendo e trabalhando no Japão, o brasileiro (sem descendência japonesa) Valmir Barboza Vieira de Moraes, entre soldas e apostilas, decidiu voltar a ser estudante novamente. Ele trabalhava na área automobilistica no setor de solda, preparava as peças, porém era o robô que executava o serviço.

Devido à crise econômica atual, Barboza também entrou na leva de demitidos então decidiu que daqui em diante também vai fazer o trabalho que o robô fazia. Para tanto, está cursando solda no Colégio Técnico de Hamamatsu.

O curso teve início no dia 12 de janeiro e encerra no dia 20 de junho. São 100 dias de curso, com aulas das 08h35 às 15h40, de segunda a sexta-feira. A taxa única é de ¥ 13 mil, referente ao material didático. Com o certificado em mãos, o colégio faz a indicação para empresas e o emprego é praticamente garantido.

“Foi devido à crise econômica e os cortes de funcionários que senti a necessidade de me profissionalizar, fazer algum curso técnico para conseguir algo melhor em termos de trabalho e salário”, diz Barboza. “No Hello Work vi folhetos dos cursos do Colégio Técnico de Hamamatsu e resolvi fazer a inscrição, apesar de saber somente katakana e hiragana. Mesmo assim resolvi tentar, sem saber kanji, mas sabendo me comunicar pelo idioma japonês do dia a dia”.

Barboza achou que na prova haveria furigana (silabário hiragana para auxiliar na leitura do kanji), mas não havia. O que ele não sabia responder, deixou em branco e fez a parte da matemática.

Na hora da entrevista individual, pediu gomenasai (desculpas) por não ter respondido tudo. Um dos entrevistadores mostrou uma apostila do curso, disse que estava escrito tudo em japonês e que as dificuldades seriam grandes. Barboza concordou, mas disse que iria se esforçar nos estudos. Depois fez um teste psicotécnico e de firmeza no manuseio.

Barboza acreditou que não passaria nos exames, mas isso não seria suficiente para desanimá-lo. “Se fosse reprovado, não seria uma derrota, mas sim uma situação normal porque havia 13 japoneses concorrendo a dez vagas e somente eu de estrangeiro”, recorda.

Barboza esperou dois dias após os exames e telefonou para o Colégio Técnico para saber do resultado. “O sensei disse que fui aprovado e pediu para levar minhas documentações. Muito ansioso e não acreditando, pedi para falar com a intérpetre e perguntei para ela se os examinadores ficaram com pena de mim e me aprovaram? Ela disse que não, que foram vários critérios que eles analisaram, não somente a compreensão do idioma japonês, mas a vontade de querer fazer e aprender. Essa determinação os japoneses valorizam muito. Os examinadores se empenharam em me ajudar porque sabem que estou me esforçando para aprender”, acredita Barboza.

Nas aulas práticas não tem problema, o professor mostra as peças, o que fazer e é fácil de assimilar. Mas nas aulas teóricas é preciso acompanhar com apostilas e o sensei leva em ritmo nornal. “Ele não pode diminuir o ritmo das aulas por minha causa, eu quem devo entrar no ritmo da classe”, reconhece. “Então, quando chego em casa, para mim é uma vitória pois tenho um objetivo e vou vencendo essa batalha do dia após dia”.

O professor de solda, Dodo Takaaki, é o instrutor do Barboza. Ele conta que no passado já foi instrutor de dois brasileiros e um peruano, mas eles sabiam bem o idioma japonês e liam kanji. “Para esses alunos que dominavam o idioma, não havia dificuldades, mas esta é a primeira vez que encontramos um estudante nas condições do Barboza-san”, diz o instrutor. “O importante é aprender bem a profissão, pois para um soldador sempre tem ofertas de emprego em diversos setores, como na construção civil, fábricas, estaleiros, entre outros”.

Cursos Profissionalizantes no Colégio Técnico de Hamamatsu

Em abril tem início os cursos de torno mecânico, jardinagem, design, reforma de casas, manutenção de casas, auto cad.

Informações estão disponíveis no Hello Work e no Colégio Técnico de Hamamatsu.

Colégio Técnico de Hamamatsu
Endereço: Shizuoka – Hamamatsu – Higashi-ku – Koike-cho 2444-1
Tel: 053-462-5602
http://www.hamamatsu-tech.ac.jp
Fonte: IPC Digital

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