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Produção industrial do Japão manterá alta, diz Banco do Japão

Produção industrial do Japão manterá alta, diz Banco do JapãoO Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) divulgou há pouco o seu relatório mensal sobre a economia e informou que a produção industrial do país deve manter no crescimento nos próximos meses, enquanto as exportações líquidas também devem crescer, mas em ritmo mais gradativo.

"Para o 4º trimestre, há um alto grau de incertezas, mas a produção industrial deve aumentar em uma ampla gama de indústrias", disse o BoJ, em seu relatório mensal de outubro. "Parece que a produção industrial continuará a aumentar como um todo", completou.

Os dados mais recentes do governo mostraram que a produção industrial do Japão caiu 0,7% em agosto, mas a previsão do governo é que a produção industrial se recupere e aumente 5,2% em setembro frente ao mês anterior. Para outubro, a expectativa é de acréscimo de 2,5% na comparação mensal.

Se as perspectivas forem cumpridas, a produção industrial do 3º trimestre deve avançar 3,1%, terceiro aumento trimestral consecutivo.

Apesar das incertezas em relação à recuperação da demanda no exterior, o BoJ disse que as exportações líquidas devem registrar aumentos moderados.

Na sua última reunião de política monetária em 3 e 4 de outubro, os membros do BoJ decidiram por unanimidade – como esperado 0 manter a taxa de juros inalterada e manteve a sua avaliação de que a economia está em uma faixa de recuperação gradual.
Fonte: Estadao com Market News International

Trabalho no Japão 2013

Banco Central do Japão mantém política e diz que economia está se recuperando

Essa é sua visão mais otimista em dois anos e meio.
Otimismo do BC sugere que ele provavelmente evitará estímulos adicionais.

O banco central do Japão manteve a política monetária e informou que a terceira maior economia do mundo está finalmente se recuperando, em sua visão mais otimista em dois anos e meio, refletindo o impacto do enfraquecimento do iene e de seu forte estímulo monetário sobre a atividade.

Mulher caminha e passa em frente à vitrine de loja (Foto: Reuters)O presidente do BC, Haruhiko Kuroda, afirmou nesta quinta-feira que embora as economias externas estejam mais fracas do que o esperado, isso será compensado por robustos gastos do consumidor doméstico e aceleração nos gastos de capital. Portanto, ele continua confiante em cumprir a meta de elevar a inflação para 2% em cerca de dois anos.

Kuroda afirmou que o BC está monitorando os acontecimentos na China, principal parceiro comercial do Japão, uma vez que o crescimento desacelerou e as autoridades tentaram controlar o forte crescimento no empréstimo informal.

"Autoridades chinesas mudaram claramente para uma postura de enfatizar a qualidade do crescimento econômico, em vez da velocidade", disse Kuroda em entrevista à imprensa. "Ainda assim, não há mudanças na nossa estimativa de que a economia da China continuará a alcançar crescimento forte e estável."

O conselho do BC votou por unanimidade para manter sua promessa de elevar a base monetária, ou dinheiro e depósitos no banco central, ao ritmo anual de 60 trilhões a 70 trilhões de ienes (600 bilhões a 700 bilhões de dólares).

"A economia do Japão está começando a se recuperar moderadamente", informou o banco central em comunicado após dois dias de reuniões, revisando para cima sua avaliação pelo sétimo mês seguido.

A última vez que o BC usou a palavra "recuperar" para descrever a economia foi em janeiro de 2011, dois meses antes do terremoto e tsunami de 11 de março que devastou o país.

O banco central não fez grandes alterações na sua estimativa de que a inflação ao consumidor vai acelerar nos próximos anos para perto de 2% no ano fiscal que acaba em março de 2016, importante meta na determinação do primeiro-ministro do país, Shinzo Abe, de acabar com a deflação.

O otimismo do BC sugere que ele provavelmente vai evitar qualquer estímulo adicional pelo menos até o final de outubro, quando revisa suas projeções econômicas e de preço, disseram analistas.
Fonte: G1 com Reuters

Japão aumentou base monetária em 36% em junho, novo recorde

O balanço dos depósitos de contas correntes aumentou 114,5%, também em junho, para até 76,15 trilhões de ienes (585 bilhões de euros)

Estima-se que, caso o BOJ mantenha a política de estímulo, a base monetária do Japão se eleve no final deste ano para 200 trilhões de ienes (1,53 trilhões de euros)O Japão aumentou em junho sua base monetária em 36% até os 163,53 trilhões de ienes (1,26 trilhões de euros), atingindo seu recorde histórico pelo quarto mês consecutivo, informou nesta terça-feira (02/07) o Banco do Japão (BOJ).

O balanço dos depósitos de contas correntes aumentou 114,5%, também em junho, para até 76,15 trilhões de ienes (585 bilhões de euros), devido à injeção de liquidez do BOJ no sistema bancário como parte de suas agressivas medidas de flexibilização.

O aumento segue a linha marcada pelo BOJ, que no princípio de abril implementou um novo programa de estímulo para ampliar a base monetária do país, através da compra de títulos da dívida pública e de ativos financeiros de maior risco.

Com o objetivo de acabar com 15 anos de deflação e o desafio de conseguir uma inflação sustentada de 2% nos próximos dois anos, o banco central japonês duplicará a base monetária em um ritmo anual de entre 60 e 70 trilhões de ienes (entre 460 e 537 bilhões de euros).

Estima-se que, caso o BOJ mantenha a política de estímulo, a base monetária do Japão se eleve no final deste ano para 200 trilhões de ienes (1,53 trilhões de euros) e em 2014 alcance 270 trilhões de ienes (2,07 trilhões de euros).

No final de abril, o BOJ aumentou suas previsões de crescimento, tanto do PIB real como da inflação até 2015 e, durante a última reunião de sua junta de política monetária, melhorou a avaliação da economia japonesa.

Neste sentido, segundo suas estimativas, o PIB japonês em 2013 deve crescer 2,9%, seis décimos a mais que na estimativa anterior, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subirá 0,7%, três décimos a mais do que o previsto em janeiro.

Na semana passada o Japão anunciou que a inflação em maio se manteve estável em relação ao mesmo mês de 2012 e deixou para trás seis meses consecutivos de recessão, em um dado que os analistas consideraram como um primeiro sintoma de melhora no objetivo de se acabar com a deflação.
Fonte: Exame com Efe