Arquivo

Archive for the ‘Japão’ Category

Brasileiros residentes no exterior podem se inscrever para o Encceja 2017 até 17 de julho

Encceja2017
As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017 para brasileiros residentes no exterior estão abertas até 17 de julho, às 23h59 (Horário de Brasília). O Encceja é uma oportunidade para jovens e adultos que não terminaram seus estudos na idade regular e querem obter o certificado de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. As inscrições são gratuitas.

O Encceja Exterior 2017 será aplicado em 10 de setembro, nos Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); Bélgica (Bruxelas); Guiana Francesa (Caiena); Portugal (Lisboa); Suíça (Genebra); Espanha (Madri); Reino Unido (Londres); França (Paris), Holanda (Amsterdã) e Japão (Nagóia, Hamamatsu e Ota). Haverá, ainda, aplicação para pessoas privadas de liberdade (PPL) em Tóquio (Japão) e em Caiena (Guiana Francesa). O Encceja Exterior PPL 2017 será aplicado entre 11 e 22 de setembro.

Para a certificação do ensino fundamental o participante deve ter 15 anos completos na data da realização da prova. Para a certificação do ensino médio a idade é de pelo menos 18 anos na data da prova. O Encceja Exterior é aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, por meio das representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação.

Como se inscrever – A inscrição deve ser feita, exclusivamente, pelo endereço eletrônico sistemasEncceja2.inep.gov.br/exterior. No caso do Encceja Exterior PPL as inscrições são feitas em um sistema específico, no endereço sistemasencceja2.inep.gov.br/exteriorPPL. A inscrição para pessoas privadas de liberdade é de responsabilidade dos próprios consulados em Tóquio e em Caiena, onde haverá aplicação.

Os interessados em participar devem informar o CPF e a data de nascimento na inscrição. As necessidades de atendimento especializado (baixa visão, deficiência física, dislexia) e atendimento específico (gestante, lactante, idoso) também devem ser informadas durante a inscrição. É preciso optar pelo nível de ensino para o qual o participante busca a certificação. O passo seguinte é indicar quais provas deseja realizar.

Pessoas que obtiveram uma declaração parcial de proficiência em edições anteriores do Encceja (no caso do ensino fundamental), ou Encceja e Enem (no caso do Ensino Médio) não precisam refazer a prova na qual já obtiveram nota mínima. O certificado, entretanto, só é emitido quando o participante conseguir as notas mínimas exigidas em todas as provas. O processo de inscrição inclui, ainda, um questionário sócio-econômico.

Especificidades – Pessoas que fizeram edições do Encceja Exterior antes de 2014 e conseguiram a nota mínima para uma declaração parcial de proficiência em alguma prova devem informar o número de passaporte usado na inscrição da edição na qual obteve o resultado. Dessa forma será possível ser dispensado da prova da qual já se tem o resultado exigido.

Estrutura da Prova – Para certificação do ensino fundamental o participante faz provas de Ciências Naturais, História e Geografia (matutino), além de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação; e Matemática (vespertino). Para a certificação do ensino médio as provas são de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias (matutino); além de Linguagens e Códigos e suas Tecnologias e Redação e Matemática e suas Tecnologias (vespertino). Cada prova tem 30 questões de múltipla escolha com quatro alternativas de resposta.

Clique aqui para acessar o edital do Encceja Exterior 2017
Clique aqui para fazer inscrição para o Encceja Exterior 2017
Clique aqui para fazer inscrição para o Encceja Exterior 2017 PPL
Clique aqui para mais informações sobre o Encceja Exterior 2017 em Nagoia
Fonte: Consulado-Geral do Brasil em Nagoya

Anúncios

Produção nas fábricas no Japão está aumentando

Exportações e investimentos ligados às Olimpíadas de Tóquio contribuem para o aumento da produção em fábricas no Japão

producao nas fabricas
A produção em fábricas no Japão teve um aumento de 4% em abril em comparação ao mês anterior, mostraram dados oficiais na quarta-feira (31), indicando que a terceira maior economia do mundo está finalmente observando uma expansão moderada.

No entanto, o número teve uma ligeira queda das expectativas de mercado de um aumento de 4.2% e veio um dia após dados terem mostrado que a demanda do consumidor continua lenta, apesar dos esforços do governo em estimular o consumo.

A leitura positiva ocorre após uma queda de 1.9% da produção em fábricas no mês de março, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

O ministério também revisou para cima sua perspectiva para a produção em fábricas no mês de maio, e o Japão espera que a produção industrial aumente 1.8% em junho.

“Os números mostram que a produção seria forte no trimestre abril-junho, sustentando a perspectiva de que a economia do Japão está no caminho da recuperação”, disse Yoshiki Shinke, economista-chefe na Dai-ichi Life Research Institute, à AFP.

A perspectiva do Japão vem melhorando com o apoio de fortes exportações, com investimentos ligados à Olimpíadas de Tóquio em 2020 dando um impulso no processo.
Fonte: Portal Mie com Japan Today

Meio milhão de imigrantes por ano para resolver a falta de mão de obra no Japão

falta de mao de obra

O primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe, está se esforçando para combater o alarmante declínio demográfico de sua nação: promover robôs e outras tecnologias que aumentam a produtividade, trazendo mais mulheres para a força de trabalho, abrindo ainda mais a porta para os estrangeiros. No entanto, ele precisa se esforçar ainda mais, especialmente quando se trata de imigração.

As empresas japonesas já relatam que não conseguem encontrar pessoas para contratar e que o futuro provavelmente não melhorará – os pesquisadores do governo esperam que a população do país caia em quase um terço até 2065, altura em que cerca de 40% serão idosos . Haverá 1,3 trabalhadores para cada pessoa com mais de 65 anos, em comparação com 2,3 em 2015.

Os pesquisadores dizem que para manter a população atual, o Japão teria que deixar entrar mais de meio milhão de imigrantes por ano. Em uma sociedade tão insular e homogênea como o Japão, qualquer aumento seria uma ordem muito alta.
Isso não quer dizer que nada pode ser feito. Abe, apesar dos recentes escândalos, continua a ser o líder japonês mais poderoso em anos. Ele tem poucos rivais dentro ou fora do Partido Liberal Democrático, e ele mostrou que pode ser ousado quando as apostas são suficientemente elevadas – na revisão da postura militar do Japão, por exemplo, e em fazer concessões para fazer avançar o acordo comercial Trans-Pacífico .

mao de obra estrangeira

Ele agora precisa persuadir o Japão de que uma imigração substancialmente maior é uma necessidade vital. Até agora, os movimentos para aumentar o influxo foram mascarados – por exemplo, trazendo mais trabalhadores estrangeiros de baixa qualificação sob um programa de treinamento chamado de expansão (um dispositivo que, aliás, facilitou o abuso). Um programa supervisionado de trabalhadores convidados é o mínimo necessário, e deve incluir um caminho para a residência permanente. Uma vez que o objetivo é reconhecido abertamente, o governo também pode investir mais em programas de idiomas e outras medidas para ajudar os recém-chegados a se integrar.

O Japão deve dar boas-vindas aos estudantes universitários estrangeiros que querem permanecer e trabalhar após a graduação, e incentivar migrantes hábeis. Em alguns casos, reduzir as barreiras para a entrada será crucial: aliviar a escassez aguda de trabalhadores para cuidar dos idosos, por exemplo, significa redesenhar os testes considerados difíceis para os enfermeiros estrangeiros.
Uma mudança cultural mais ampla também é necessária. O Japão deve adotar uma perspectiva menos insular e incentivar o uso do inglês em negócios e outras interações.

A complacência é algo que o Japão não pode pagar. Se o país não consegue enfrentar o desafio demográfico, está condenado a declinar. Para continuar próspero, o Japão terá que mudar.
Fonte: IPC Digital

Número de brasileiros no Japão sobe pela primeira vez desde crise de 2008

Houve um aumento de 4,3% no ano passado, para 180.923 pessoas
brasileiros no japao2

Pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, o número de brasileiros residentes no Japão apresentou crescimento.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça do Japão na última sexta-feira (17), o total de brasileiros registrados até dezembro de 2016 era de 180.923. Este resultado representa alta de 4,3% da comunidade residente no país se comparado a 2015.

Os brasileiros são a quinta maior comunidade estrangeira atrás de chineses, coreanos, filipinos e vietnamitas. Dessas comunidades, apenas a coreana apresentou redução (1%), com destaque para a vietnamita cujo total subiu 36,1%, somando 199.990 residentes. Outra comunidade que apresentou forte aumento foi a nepalesa, com 23%.

A alta no número de brasileiros no Japão mostra que o movimento dekassegui, caracterizado pela entrada e saída no país de descendentes de japoneses para trabalhar, depende muito da situação econômica dos países relacionados.

Um brasileiro residente no Japão, devido a sua relação de instabilidade de trabalho, portador de contrato temporário, pode voltar a engrossar o contingente que sai e retorna ao arquipélago constantemente.

Da mesma forma, uma crise sócio-econômica no Brasil pode atrair novamente para o Japão os descendentes lá residentes. A oferta de mão de obra nos dois lados também pesa muito na flutuação dos números. Caso o visto para yonsei (quarta geração) seja liberado, será muito difícil dar como acabado o movimento dekassegui.

Ainda segundo os dados divulgados pelas autoridades migratórias japonesas, o número total de residentes estrangeiros no Japão subiu 6,7% em 2016, somando 2.382.822 pessoas.

A maioria dos vistos de permanência e trabalho no país apresentaram aumento, com destaque para os vistos concedidos aos estrangeiros que possuem alta qualificação profissional. Este tipo de permissão de estadia e trabalho foi criado em 2015, apresentando aumento de 149% em 2016.

Outro tipo de visto que cresceu muito foi o concedido ao pessoal da área médica. Tóquio é a província onde residem mais estrangeiros, seguida de Aichi, Osaka e Kanagawa.

Nos próximos dias, o Ministério da Justiça do Japão deve divulgar o número de brasileiros por província, idade e gênero.

Número de brasileiros residentes no Japão
2007 – 313.771
2008 – 309.448
2009 – 264.469
2010 – 228.702
2011 – 209.265
2012 – 190.609
2013 – 181.317
2014 – 175.410
2015 – 173.437
2016 – 180.923
Fonte: Alternativa com Ministério da Justiça do Japão

Japão poderá impor limite de horas extras por semestre ou ano, e não por mês

Medida visa prevenir casos de morte por excesso de trabalho

horas extras.jpg
O governo japonês está planejando uma nova reforma da lei trabalhista que deverá entrar em vigor a partir de 2019. A intenção é flexibilizar o atual limite máximo de 80 horas mensais, informou o jornal Mainichi nesta quarta-feira (25).

Uma das mudanças sugeridas é estabelecer um limite por semestre ou ano e não mais por mês. Por exemplo, um trabalhador poderia fazer até 270 horas extras em um semestre (média de 45 horas por mês), e o empregador teria o direito de impor uma carga variável entre um mês e outro, desde que não ultrapasse as 270 horas no período.

O plano está sendo discutindo em reuniões com autoridades do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social e também com representantes da indústria e de setores laborais, considerando o que poderia afetar negativamente ou não as atividades econômicas do Japão e a saúde do trabalhador.

Em um relatório sobre “morte por excesso de trabalho” (karoushi/過労死) divulgado pelo Ministério do Trabalho, cerca de 20% das empresas estariam impondo aos funcionários uma carga superior a 80 horas extras mensais, o que é considerado em risco para a saúde física e mental do trabalhador.

A expectativa é de que, com a reforma, seja possível prevenir casos de morte em decorrência de problemas de saúde desenvolvidos pelo trabalho excessivo ou de suicídio. A reforma é também uma consequência da repercussão do suicídio de uma funcionária da agência de publicidade Dentsu em 2015.

Matsuri Takahashi, de 24 anos na época, desenvolveu uma forte depressão após registrar mais de 100 horas extras mensais na empresa. A jovem estava no primeiro ano de trabalho e o caso provocou a renúncia recente do então presidente da empresa, Tadashii Ishi.

A atual lei trabalhista prevê que o cumprimento de horas extras em excesso é teoricamente proibido, mas que o “limite de horas de trabalho” pode ser ultrapassado de acordo com condições especiais.

O governo também está considerando a influência para a indústria de acordo com as decisões referentes ao limite de horas extras. Até o momento, ficou constatado que uma carga inferior a 80 horas poderia trazer dificuldades ao setor econômico do país.

Há muitas empresas que têm uma rotina de trabalho mais intensa em determinados períodos do ano e isto também está sendo considerado. Por isso o governo está analisando medidas flexíveis, como uma média de 45 horas mensais que poderia ser cumprida com o máximo de 270 horas extras no período de seis meses.

A reforma também deve manter os critérios definidos para a indústria de transporte como uma exceção e a definição final da reforma deve ocorrer até o fim de março deste ano.
Fonte: Alternativa

Economia japonesa cresce 2,2%, mas perspectiva ainda é fraca

Leitura preliminar do PIB traduziu-se em expansão de 0,5% no terceiro trimestre

japan-economia
A economia do Japão superou as expectativas entre julho e setembro, expandindo-se pelo terceiro trimestre consecutivo com as exportações mais fortes, mas a fraca atividade doméstica põe em dúvida as esperanças de recuperação sustentável.

Dados governamentais ressaltaram recuperação econômica potencialmente frágil, dependente de exportações, assim como a vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos aumentou a incerteza sobre as perspectivas econômicas globais.

O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 2,2 por cento no terceiro trimestre em base anualizada, mais rápido do que o aumento de 0,9 por cento esperado pelos mercados, depois do avanço de 0,7 por cento entre abril e junho. Foi o terceiro trimestre consecutivo de expansão.

“As exportações se recuperaram, mas o consumo privado e as despesas de capital estão fracos. A economia não está tão forte”, disse Hidenobu Tokuda, economista sênior do Mizuho Research Institute.

“Há riscos da China e das políticas comerciais da Trump”, disse Tokuda, ecoando as preocupações dos políticos.

A leitura preliminar do PIB traduziu-se em expansão trimestral de 0,5 por cento no terceiro trimestre, contra ganho de 0,2 por cento esperado pelos economistas.

A demanda externa –ou exportações menos importações– somou 0,5 ponto percentual ao PIB, devido ao salto nas exportações sobre o trimestre anterior e à queda das importações causada pelos ganhos do iene, pela queda do preço do petróleo e pela fraca demanda interna.
Fonte: Alternativa

Gunma supera Mie e se torna a 3ª maior província em concentração de brasileiros

Das 47 províncias, 15 apresentaram queda no número de brasileiros
gunma-cherry
A província de Gunma, que até 2015 tinha a quarta maior comunidade verde e amarela, saltou para a terceira posição superando Mie em número de brasileiros.

O Ministério da Justiça divulgou na terça-feira (1) os dados da comunidade brasileira no Japão até junho deste ano classificados por gênero, sexo, idade e tipo de visto.

Segundo os números computados pelo governo japonês, a maior província em concentração de brasileiros ainda é Aichi, com 49.444, seguida de Shizuoka, com 25.854.

Em terceiro lugar aparece Gunma, com 11.982; Mie tem 11.798 brasileiros e Gifu, 10.088.

Das 47 províncias japonesas, 15 apresentaram queda no número de brasileiros, com destaque para Mie, Hiroshima, Yamanashi e Nagano.

Se os dados forem vistos por gênero, dos 176.284 brasileiros residentes no Japão, 96.098 são do sexo masculino e 80.186 do sexo feminino.

Por idade, 41.077 tem entre 0 e 19 anos, ou seja, são menores no Japão. Os brasileiros na terceira idade, ou seja, acima de 64 anos somam 5.787.

Por tipo de visto, 109.561 têm permissão permanente de estadia no país. Os portadores de vistos de cinco e um ano somam 46.814. Já os cônjuges e familiares de nacionais japoneses e de portadores de vistos permanentes somam 18.043.
Fonte: Alternativa