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Archive for the ‘Honda’ Category

Toyota e Honda confirmam segurança de alguns produtos da Kobe Steel

As investigações realizadas pelas montadoras seguem a revelação da Kobe Steel de que dados de inspeção sobre um grande número de produtos foram falsificados
kobe steel
Montadoras japonesa confirmaram o uso de produtos da Kobe Steel afetados pelos dados falsos de inspeção, mas disseram que não encontraram problemas de segurança até agora.

A Toyota Motor Corp. e a Honda Motor Corp. emitiram declarações no final da quinta-feira (19) descrevendo descobertas preliminares de verificações de materiais e peças da Kobe Steel. A mídia japonesa citou que oficiais de outras montadoras fizeram anúncios similares.

As investigações realizadas pelas montadoras, fabricantes de aeronaves e outros clientes da Kobe Steel seguem a revelação da empresa de que dados de inspeção sobre um grande número de produtos foram falsificados ou manipulados. A extensão do problema não está clara porque a Kobe Steel não identificou os clientes afetados pelo nome e ainda está investigando o problema.

Problema pode ter persistido por mais de uma década
No entanto, ela disse que dados sobre placas de alumínio, tubos e moldes de cobre e fios-máquina de aço usados em pneus e motores de veículos estão entre os produtos cujos dados não corresponderam às especificações ou eram falsos ou insuficientes. O problema pode ter persistido por mais de uma década, divulgou a mídia japonesa, citando ex-funcionários da Kobe Steel, sem identificá-los.

A Toyota disse em uma declaração que havia confirmado que placas de alumínio da Kobe Steel usadas em capôs, portas traseiras e outros componentes de seus veículos atenderam as exigências para resistência e durabilidade com base em dados da empresa que estava “bem além das especificações da Toyota.”

A Toyota disse que ainda estava investigando os produtos de alumínio da Kobe Steel.

Já a Honda disse que os painéis de alumínio eram os únicos produtos comprados diretamente da Kobe Steel. A empresa descobriu que todos eles atenderam aos seus padrões de segurança e que ainda estava investigando outras peças obtidas através de fornecedoras.

Muitos clientes da Kobe Steel disseram que estão verificando o problema. Até agora, nenhum deles confirmou qualquer risco específico de segurança. Contudo, no início desta semana, a Agência de Segurança de Aviação Europeia recomendou às empresas que suspendessem o uso de produtos da Kobe Steel quando possível enquanto elas revisam suas redes de fornecimento para identificar “peças suspeitas não aprovadas” da empresa que podem ter sido usadas.
Fonte: Portal Mie com Reuters

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Retorno da produção favorecerá geração de empregos no Japão

fabrica-eletronicos
A desvalorização do iene diminui os custos de fabricação de produtos no Japão. Por essa razão, é cada vez mais evidente a tendência de repatriação da produção ou “reshoring” (trazer a produção de volta para casa).

De acordo com o Yomiuri Shimbun, fabricantes de eletroeletrônicos como Sharp, Panasonic e Daikin já planejam o retorno de parte da sua produção para o país. Grandes montadoras e fábricas de autopeças, como Honda, Nissan e Sumitomo Riko Co., se não decidiram transferir a produção para terras nipônicas, já estão considerando a possibilidade. A Kobayashi Pharmaceutical Co., também revelou um plano para trazer da China a produção de purificadores de ar e máscaras cirúrgicas.

No caso da relação entre China e Japão, a repatriação de empresas foi impulsionada não só pela desvalorização do iene mas também pelo aumento do custo da mão de obra chinesa: os salários na China triplicaram nos últimos dez anos.

Embora muitos fabricantes considerem que o retorno ao Japão possa ser positivo, não há garantias em relação ao tempo em que as condições permanecerão favoráveis. Dessa maneira, algumas empresas hesitam em transferir maiores porcentagens da produção e são cautelosas em relação à construção de novas fábricas.

O jornal conclui que, caso a desvalorização do iene continue por um longo período, um número crescente de empresas poderá expandir suas fábricas e, naturalmente, favorecer a geração de empregos.
Fonte: IPC Digital
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Honda e GM irão desenvolver bateria que funciona com hidrogênio

Alto custo e falta de infraestrutura ainda são alguns obstáculos a serem superados

Honda e GM irão desenvolver bateria que funciona com hidrogênioA Honda Motor Co. está renovando seu foco em veículos elétricos com células de combustível de hidrogênio, em parceria com a General Motors Co. para recuperar uma parte da cota do mercado de carros ecológicos. As duas montadoras tem como objetivo colocar um novo sistema de célula de combustível em prática já em 2020.

A Toyota Motor tem dominado o mercado de carros ecológicos e já chegou a vender 5,42 milhões de híbridos em todo o mundo desde que lançou o Prius, em 1997. A Honda já vendeu cerca de 1,11 milhão de híbridos.

Para contra-atacar, a Honda está mirando os veículos que utilizam células de combustível. Os avanços recentes cortam o uso de metais preciosos em células de combustível, reduzindo os custos para a sua produção. E a empresa espera iniciar as vendas por menos de 5 milhões de ienes.

MONTADORAS SONHANDO ALTO

A Deloitte Tohmatsu Consulting Co. prevê que até 2030, as vendas anuais totais de carros que utilizarão células de combustível no Japão, EUA e Europa irão atingir 4,25 milhões de unidades, chegando a marca de 10 trilhões de ienes. A Toyota planeja lançar um modelo de carro popular que vai utilizar essa nova tecnologia em 2015. Ela também fez uma parceria com a alemã BMW para desenvolver o projeto.

Já a Nissan Motor Co. está trabalhando com a alemã Daimler AG e Ford Motor Co. dos Estados Unidos para lançar o seu modelo em 2017. A Nissan diz que o carro será acessível para os seus consumidores.

A Honda para permanecer no jogo, anunciou em maio que planeja retornar à Fórmula 1 de automobilismo em 2015. Esta participação na F1 exigirá da Honda 50 bilhões de ienes anualmente e a dedicação de 400 engenheiros. A montadora quer atingir sua meta de vender 6 milhões de veículos por ano a nível mundial, em 2016, um aumento de 50% em relação as vendas de 2012. A empresa sente que precisa do prestígio de fazer parte da F1 para atingir as suas metas globais.

SOCIEDADE PERFEITA

Durante uma conferência de vídeo, engenheiros da Honda e da GM disseram que queriam fazer um bom uso das patentes da empresa japonesa. Ambas concordaram em iniciar em julho o desenvolvimento em conjunto de um sistema central para carros com células de combustível. A Honda tem as patentes para simplificar o projeto interno de sistemas de células de combustível. A GM tem conhecimento das reações químicas nas células de combustível e ainda consegue reduzir o uso da platina como catalisador, em cerca de até 80 gramas.

"É uma relação ideal e complementar", disse um oficial da Honda. De acordo com a empresa Patent Result Co., que estuda patentes, Honda e GM têm cada uma arquivados cerca de 900 pedidos de patentes nos EUA sobre células de combustível. A Toyota por conta própria apresentou algumas de 970 aplicações.

"Primeiro precisamos esclarecer os temas de pesquisa", disse Koichi Fukuo, diretor-executivo da Honda. As duas montadoras concordaram em trabalhar completamente abertas sobre as patentes de células de combustível para dividir os custos. Isto marca uma grande virada para a Honda, que tinha valorizado muito a autossuficiência.

GM e Honda pretendem cooperar no desenvolvimento das baterias de combustível propriamente ditas, assim como na área de tecnologia de hidrogênio. A montadora americana já desenvolveu pesquisas com esse tipo de tecnologia e detém a maioria das patentes que a envolve, mas acabou optando por lançar no mercado um carro híbrido (com motor a combustível e outro elétrico), o Volt. A Honda já produziu um carro a hidrogênio, o FCX Clarity, e é a segunda montadora com maior número de patentes dessa tecnologia.
Fonte: IPC Digital

Honda retoma parte da produção de motos na Tailândia

Montadora japonesa, no entanto, não sabe quando a produção dos carros será normalizada

honda_moto A montadora japonesa Honda afirmou, nesta segunda-feira, que retomou a produção de parte da sua linha de motocicletas na Tailândia.

Devido as fortes chuvas, a produção estava suspensa no país desde 11 de outubro. Desde o início do mês passado também, a produção de automóveis está paralisada na região.

Segundo a montadora, ainda não dá para prever quando a operação será normalizada na Tailândia.

"Por causa das inundações, não sabemos quando vamos retomar a produção de automóveis de quatro rodas no país", disse a companhia em comunicado.

No mês passado, a Honda revisou a previsão de lucro para este ano devido o impacto causado pela interrupção das fábricas na Tailândia.

A montadora viu seu lucro despencar 56% no segundo trimestre fiscal – período que vai de julho a setembro -, totalizando 760,05 milhões de dólares. Um ano antes, os ganhos da montadora japonesa somaram mais de 1,1 bilhão de dólares.
Fonte: Exame