Palestra sobre Saque de Contas Inativas do FGTS em Hamamatsu

Palestra especial sobre saques de contas inativas do FGTS e outros temas no dia 2 de julho

Saque de Contas Inativas do FGTS
Uma palestra acontecerá em Hamamatsu, organizada pela HICE abordando sobre FGTS – como sacar de contas inativas e dúvidas em geral sobre procedimentos no Consulado.

Uma excelente oportunidade de tirar dúvidas de temas importantes para os brasileiros no Japão.

Data: 2 de julho, domingo, das 14h às 16h
Local: Centro Intercultural de Hamamatsu (Create Hamamatsu 4º andar)
Palestrantes:
Sr. André Maebashi – Superintendente da Caixa Econômica Federal
Sr. José Acioli – Vice-Cônsul do Brasil em Hamamatsu
Inscrições: 053-458-2170 (HICE – atendimento em português de terça a domingo, das 9h às 17h)

Informações:
HICE – Hamamatsu Foundation for International Communication and Exchange
Tel: 053-458-2170 Fax: 053-458-2197
Fonte: Portal Mie

Produção nas fábricas no Japão está aumentando

Exportações e investimentos ligados às Olimpíadas de Tóquio contribuem para o aumento da produção em fábricas no Japão

producao nas fabricas
A produção em fábricas no Japão teve um aumento de 4% em abril em comparação ao mês anterior, mostraram dados oficiais na quarta-feira (31), indicando que a terceira maior economia do mundo está finalmente observando uma expansão moderada.

No entanto, o número teve uma ligeira queda das expectativas de mercado de um aumento de 4.2% e veio um dia após dados terem mostrado que a demanda do consumidor continua lenta, apesar dos esforços do governo em estimular o consumo.

A leitura positiva ocorre após uma queda de 1.9% da produção em fábricas no mês de março, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

O ministério também revisou para cima sua perspectiva para a produção em fábricas no mês de maio, e o Japão espera que a produção industrial aumente 1.8% em junho.

“Os números mostram que a produção seria forte no trimestre abril-junho, sustentando a perspectiva de que a economia do Japão está no caminho da recuperação”, disse Yoshiki Shinke, economista-chefe na Dai-ichi Life Research Institute, à AFP.

A perspectiva do Japão vem melhorando com o apoio de fortes exportações, com investimentos ligados à Olimpíadas de Tóquio em 2020 dando um impulso no processo.
Fonte: Portal Mie com Japan Today

Meio milhão de imigrantes por ano para resolver a falta de mão de obra no Japão

falta de mao de obra

O primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe, está se esforçando para combater o alarmante declínio demográfico de sua nação: promover robôs e outras tecnologias que aumentam a produtividade, trazendo mais mulheres para a força de trabalho, abrindo ainda mais a porta para os estrangeiros. No entanto, ele precisa se esforçar ainda mais, especialmente quando se trata de imigração.

As empresas japonesas já relatam que não conseguem encontrar pessoas para contratar e que o futuro provavelmente não melhorará – os pesquisadores do governo esperam que a população do país caia em quase um terço até 2065, altura em que cerca de 40% serão idosos . Haverá 1,3 trabalhadores para cada pessoa com mais de 65 anos, em comparação com 2,3 em 2015.

Os pesquisadores dizem que para manter a população atual, o Japão teria que deixar entrar mais de meio milhão de imigrantes por ano. Em uma sociedade tão insular e homogênea como o Japão, qualquer aumento seria uma ordem muito alta.
Isso não quer dizer que nada pode ser feito. Abe, apesar dos recentes escândalos, continua a ser o líder japonês mais poderoso em anos. Ele tem poucos rivais dentro ou fora do Partido Liberal Democrático, e ele mostrou que pode ser ousado quando as apostas são suficientemente elevadas – na revisão da postura militar do Japão, por exemplo, e em fazer concessões para fazer avançar o acordo comercial Trans-Pacífico .

mao de obra estrangeira

Ele agora precisa persuadir o Japão de que uma imigração substancialmente maior é uma necessidade vital. Até agora, os movimentos para aumentar o influxo foram mascarados – por exemplo, trazendo mais trabalhadores estrangeiros de baixa qualificação sob um programa de treinamento chamado de expansão (um dispositivo que, aliás, facilitou o abuso). Um programa supervisionado de trabalhadores convidados é o mínimo necessário, e deve incluir um caminho para a residência permanente. Uma vez que o objetivo é reconhecido abertamente, o governo também pode investir mais em programas de idiomas e outras medidas para ajudar os recém-chegados a se integrar.

O Japão deve dar boas-vindas aos estudantes universitários estrangeiros que querem permanecer e trabalhar após a graduação, e incentivar migrantes hábeis. Em alguns casos, reduzir as barreiras para a entrada será crucial: aliviar a escassez aguda de trabalhadores para cuidar dos idosos, por exemplo, significa redesenhar os testes considerados difíceis para os enfermeiros estrangeiros.
Uma mudança cultural mais ampla também é necessária. O Japão deve adotar uma perspectiva menos insular e incentivar o uso do inglês em negócios e outras interações.

A complacência é algo que o Japão não pode pagar. Se o país não consegue enfrentar o desafio demográfico, está condenado a declinar. Para continuar próspero, o Japão terá que mudar.
Fonte: IPC Digital

Número de brasileiros no Japão sobe pela primeira vez desde crise de 2008

Houve um aumento de 4,3% no ano passado, para 180.923 pessoas
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Pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, o número de brasileiros residentes no Japão apresentou crescimento.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça do Japão na última sexta-feira (17), o total de brasileiros registrados até dezembro de 2016 era de 180.923. Este resultado representa alta de 4,3% da comunidade residente no país se comparado a 2015.

Os brasileiros são a quinta maior comunidade estrangeira atrás de chineses, coreanos, filipinos e vietnamitas. Dessas comunidades, apenas a coreana apresentou redução (1%), com destaque para a vietnamita cujo total subiu 36,1%, somando 199.990 residentes. Outra comunidade que apresentou forte aumento foi a nepalesa, com 23%.

A alta no número de brasileiros no Japão mostra que o movimento dekassegui, caracterizado pela entrada e saída no país de descendentes de japoneses para trabalhar, depende muito da situação econômica dos países relacionados.

Um brasileiro residente no Japão, devido a sua relação de instabilidade de trabalho, portador de contrato temporário, pode voltar a engrossar o contingente que sai e retorna ao arquipélago constantemente.

Da mesma forma, uma crise sócio-econômica no Brasil pode atrair novamente para o Japão os descendentes lá residentes. A oferta de mão de obra nos dois lados também pesa muito na flutuação dos números. Caso o visto para yonsei (quarta geração) seja liberado, será muito difícil dar como acabado o movimento dekassegui.

Ainda segundo os dados divulgados pelas autoridades migratórias japonesas, o número total de residentes estrangeiros no Japão subiu 6,7% em 2016, somando 2.382.822 pessoas.

A maioria dos vistos de permanência e trabalho no país apresentaram aumento, com destaque para os vistos concedidos aos estrangeiros que possuem alta qualificação profissional. Este tipo de permissão de estadia e trabalho foi criado em 2015, apresentando aumento de 149% em 2016.

Outro tipo de visto que cresceu muito foi o concedido ao pessoal da área médica. Tóquio é a província onde residem mais estrangeiros, seguida de Aichi, Osaka e Kanagawa.

Nos próximos dias, o Ministério da Justiça do Japão deve divulgar o número de brasileiros por província, idade e gênero.

Número de brasileiros residentes no Japão
2007 – 313.771
2008 – 309.448
2009 – 264.469
2010 – 228.702
2011 – 209.265
2012 – 190.609
2013 – 181.317
2014 – 175.410
2015 – 173.437
2016 – 180.923
Fonte: Alternativa com Ministério da Justiça do Japão

Japão poderá impor limite de horas extras por semestre ou ano, e não por mês

Medida visa prevenir casos de morte por excesso de trabalho

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O governo japonês está planejando uma nova reforma da lei trabalhista que deverá entrar em vigor a partir de 2019. A intenção é flexibilizar o atual limite máximo de 80 horas mensais, informou o jornal Mainichi nesta quarta-feira (25).

Uma das mudanças sugeridas é estabelecer um limite por semestre ou ano e não mais por mês. Por exemplo, um trabalhador poderia fazer até 270 horas extras em um semestre (média de 45 horas por mês), e o empregador teria o direito de impor uma carga variável entre um mês e outro, desde que não ultrapasse as 270 horas no período.

O plano está sendo discutindo em reuniões com autoridades do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social e também com representantes da indústria e de setores laborais, considerando o que poderia afetar negativamente ou não as atividades econômicas do Japão e a saúde do trabalhador.

Em um relatório sobre “morte por excesso de trabalho” (karoushi/過労死) divulgado pelo Ministério do Trabalho, cerca de 20% das empresas estariam impondo aos funcionários uma carga superior a 80 horas extras mensais, o que é considerado em risco para a saúde física e mental do trabalhador.

A expectativa é de que, com a reforma, seja possível prevenir casos de morte em decorrência de problemas de saúde desenvolvidos pelo trabalho excessivo ou de suicídio. A reforma é também uma consequência da repercussão do suicídio de uma funcionária da agência de publicidade Dentsu em 2015.

Matsuri Takahashi, de 24 anos na época, desenvolveu uma forte depressão após registrar mais de 100 horas extras mensais na empresa. A jovem estava no primeiro ano de trabalho e o caso provocou a renúncia recente do então presidente da empresa, Tadashii Ishi.

A atual lei trabalhista prevê que o cumprimento de horas extras em excesso é teoricamente proibido, mas que o “limite de horas de trabalho” pode ser ultrapassado de acordo com condições especiais.

O governo também está considerando a influência para a indústria de acordo com as decisões referentes ao limite de horas extras. Até o momento, ficou constatado que uma carga inferior a 80 horas poderia trazer dificuldades ao setor econômico do país.

Há muitas empresas que têm uma rotina de trabalho mais intensa em determinados períodos do ano e isto também está sendo considerado. Por isso o governo está analisando medidas flexíveis, como uma média de 45 horas mensais que poderia ser cumprida com o máximo de 270 horas extras no período de seis meses.

A reforma também deve manter os critérios definidos para a indústria de transporte como uma exceção e a definição final da reforma deve ocorrer até o fim de março deste ano.
Fonte: Alternativa

BC do Japão prevê recuperação econômica estável em 2017

A avaliação reforça as expectativas de que o banco central vai segurar uma expansão de estímulo

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O presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, disse que espera que a economia do país desfrute de uma recuperação estável ao longo deste ano, com a expectativa de uma redução nos fatores negativos ao redor do mundo, de acordo com o jornal Nikkei.

A avaliação reforça as expectativas do mercado de que o banco central vai segurar uma expansão de estímulo no futuro previsível.

“Há muitas coisas que podemos fazer, se necessário” para impulsionar o crescimento, disse Kuroda em uma entrevista ao jornal Nikkei, refutando as opiniões de alguns analistas de que o Banco do Japão ficou sem munição política, depois de mais de três anos de agressiva impressão de dinheiro.

Mas ele disse que as perspectivas otimistas para a economia global, o aumento dos preços das ações japonesas e uma reversão no fortalecimento excessivo do iene permitirão que a economia do Japão sustente uma recuperação econômica estável ao longo de 2017.

“No geral, as economias globais e a japonesa estão se movendo em uma direção positiva e mais desejável”, acrescentou ele, em uma entrevista realizada na semana passada.

Em relação às políticas esperadas do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, Kuroda disse que não espera que o novo governo implemente medidas extremas, como restrições comerciais, pois elas prejudicariam a economia dos EUA, bem como as economias dos países rivais.
Fonte: Alternativa com Reuters

Toyota coloca presidente para liderar divisão de carros elétricos

Akio Toyoda está à frente da maior montadora do mundo desde 2009

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A Toyota indicou na última quarta-feira seu presidente, Akio Toyoda, para liderar uma nova divisão de carros elétricos, sinalizando seu comprometimento com o desenvolvimento da tecnologia.

A mudança ocorre em um momento em que Estados Unidos, China e países europeus encorajam as montadoras de veículos a fabricarem mais carros elétricos.

Akio Toyoda, neto do fundador da empresa, Kiichiro Toyoda, está à frente da maior montadora do mundo desde 2009. Ele comandará o departamento de veículos elétricos juntamente com os vice-presidentes executivos, Mitsuhisa Kato e Shigeki Terashi.

“Ao colocar o presidente e os vice-presidentes no comando da divisão, nós planejamos acelerar o desenvolvimento de carros elétricos”, afirmou a porta-voz da companhia, Kayo Doi, depois do anúncio.

“O presidente supervisionará diretamente as operações do departamento para permitir que as decisões sejam tomadas rapidamente”, acrescentou.

A divisão compreende uma nova unidade interna que planejará a estratégia da Toyota para desenvolver e comercializar carros elétricos, como parte dos esforços da empresa para atender ao endurecimento das regras globais de emissões de poluentes.

A Toyota também está transferindo o engenheiro-chefe do modelo híbrido Prius, Koji Toyoshima, para liderar a equipe de veículos elétricos.
Fonte: Alternativa