JICE abre inscrições para curso gratuito de japonês básico em Osaka

Confira as exigências de visto para participação e veja como fazer a matrículacurso japonês básicoO Centro de Cooperação Internacional do Japão (JICE, em inglês) está oferecendo uma oportunidade gratuita aos brasileiros e estrangeiros de outras nacionalidades que desejam aprender o básico do idioma japonês.

Serão duas salas de aula para os cursos de módulo 1, com data de início marcada para o dia 25 de junho na cidade de Sakai e 28 de junho na cidade de Osaka, ambas na província de Osaka. Os cursos têm duração média de 3 meses e estão com materiais renovados, sendo possível a participação de alunos que desejam refazer o curso.

O período de inscrições vai até o dia 20 de junho para os estrangeiros que pretendem estudar na cidade de Sakai e até o dia 22 de junho para os estudantes interessados nas aulas em Osaka.

As inscrições podem ser feitas no Centro de Assistência de Emprego para Estrangeiros em Osaka (Osaka Gaikokujin Koyou Service Center) ou na Agência Pública de Empregos da cidade de Sakai (Hello Work Sakai). Para completar a inscrição, é necessário trazer uma foto 3×4 cm e o cartão de residente (zairyu card).

De acordo com a coordenadora da cidade de Sakai, Luzia Tanaka, o curso é realizado de duas a três vezes por ano e tem limite de 20 vagas. “Maiores de 16 anos que se encaixem nos requisitos de visto podem se inscrever e o curso fornece o material gratuitamente. Os estudantes também ganham certificado no final”, informou.

Requisitos
Estrangeiros de qualquer nacionalidade ou idade podem se inscrever nos cursos, mas há limitações relacionadas ao tipo de visto.

Apenas os estrangeiros com visto permanente (eijusha) ou que sejam cônjuge ou filho de alguém que tenha visto permanente (eijusha no haigusha), ou que tenham visto de longa permanência (teijusha) ou que sejam cônjuge ou filho de um cidadão japonês (nihonjin no haigusha) poderão se inscrever no curso.

Cronograma
Japonês nível 1 em Sakai
Período de aulas: 25 de junho a 20 de setembro
Grade semanal: de segunda a quinta, das 18h às 21h
Local: Toyo Bldg (〒590-0074 Osakafu Sakaishi Sakaiku Kitahanadaguchicho 3-1-15 B1)
Inscrições: até 20 de junho (limite de 20 vagas)

Japonês nível 1 em Osaka
Período de aulas: de 28 de junho a 27 de setembro
Grade semanal: segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 12h30.
Local: Chuo Kaikan (〒542-0082 Osakashi Chuoku Shimanouchi 2-12-31)
Inscrições: até 25 de junho

*Os estudantes inscritos terão que fazer um teste de nível de conhecimento da língua japonesa antes do início das aulas.

Mais informações
Sakai: coordenação de Luzia Tanaka. Telefone: 080-4337-1549
Osaka: coordenação de Helena Miyashiro. Telefone: 080-4337-1504
Email de contato: kenshu-por@jice.org (atendimento em português) ou kenshu-spa@jice.org (atendimento em espanhol)
Fonte: Alternativa

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Japão quer que empresas adotem sistema de intervalo mínimo no trabalho

Especialistas dizem que o ideal é ter pelo menos 11 horas de descansointervalo mínimo no trabalho

O governo japonês definiu nesta quinta-feira (31) uma meta de aumentar o número de empresas que utilizam o sistema de intervalo mínimo no trabalho (Kinmu-kan Interval Seido / 勤務間インターバル制度).

Esse sistema, que não é obrigatório, sugere às empresas estabelecer um horário mínimo de descanso entre o fim do expediente e o início do trabalho no dia seguinte, informou a emissora TBS.

Por exemplo, em uma empresa que definiu o intervalo mínimo de 10 horas, se um funcionário fizer horas extras até as 23h, ele somente poderia trabalhar no dia seguinte a partir das 9h, ou seja, 10 horas depois.

O sistema permite que as empresas definam por conta própria quantas horas deve ter o intervalo entre um dia e outro de trabalho, ou entre um turno e outro, no caso de funcionários que trabalham à noite ou em revezamento de turno. Especialistas dizem que o ideal é ter pelo menos 11 horas de descanso.

Segundo um levantamento do governo, apenas 1,4% das empresas tinha adotado o sistema em 2017. A meta, agora, é de que esse número suba para 10% até 2020. Porém, mais de 90% das companhias disseram que não pretendem estabelecer um intervalo mínimo futuramente.

O governo criou esse sistema em 2005, sem torná-lo obrigatório, com o objetivo de acabar com longas jornadas de trabalho que podem prejudicar a saúde ou resultar em mortes e suicídios.
Fonte: Alternativa

Curso de assistência aos idosos para principiantes

Curso de Assistência aos Idosos para estrangeiros em Hamamatsu
O governo da província de Shizuoka juntamente com o Colégio Técnico está promovendo o primeiro curso de Assistência aos Idosos.

A inscrição tem início em 7 de maio (segunda -feira). Haverá intéprete em português. Há planos de mais cinco cursos gratuitos.

Curso de Assistência aos Idosos1

Curso de Assistência aos Idosos2

Curso de Assistência aos Idosos3

Curso de Assistência aos Idosos4

Curso de Assistência aos Idosos5Fonte: Portal Mie

Japão aprova projeto de reforma trabalhista que penaliza empresas com excesso de horas extras

Proposta visa melhorias no estilo de trabalho e será votada no Parlamento

reforma trabalhista
O governo japonês aprovou na manhã desta sexta-feira (6) um projeto de lei relacionado à reforma trabalhista que visa efetuar melhorias no estilo de trabalho, informou a agência de notícias Jiji Press.

A ideia é criar um sistema de penalidades para jornadas de trabalho excessivas, se houver cumprimento de horas extras acima do limite permitido por lei.

O projeto também consiste em garantir tratamento igual para trabalhadores efetivos e temporários, inclusive na questão salarial.

Outra proposta é criar um Sistema de Profissionais de Alto Nível, focado nos trabalhadores de alta qualificação, que ganham renda superior a ¥10 milhões ao ano (sem contar horas extras).

Este sistema permitiria que esses trabalhadores exerçam suas atividades de forma livre, sem necessidade de cumprir uma carga horária mínima por dia. No entanto, eles não seriam pagos por horas extras, trabalho no período noturno ou em feriados. A única obrigação das empresas seria garantir pelo menos quatro dias de folga no mês.

A oposição criticou esta proposta, alegando que este sistema poderá “induzir” o abuso de trabalho, que tem como consequência depressão, morte por jornadas excessivas (karoushi) ou suicídio. A partir de agora, o assunto deverá ser foco de discussões entre representantes do governo e da oposição no Parlamento.

O projeto pretende ainda estabelecer o limite máximo de 100 horas extras por mês ou de 720 horas extras por ano, de acordo com o tipo de trabalho, com penalidade no caso de não cumprimento da lei.

A atual legislação de trabalho também impõe limites de horas extras, mas pode haver exceções se a empresa estiver precisando aumentar a produção, desde que haja acordo com os funcionários.

O governo do primeiro-ministro Shinzo Abe, que visa a aprovação do projeto de lei até 20 de junho, considera a reforma dos estilos de trabalho como sua agenda mais importante nas atuais deliberações do Parlamento.
Fonte: Alternativa

Desemprego no Japão cai para 2,4%

A disponibilidade de emprego situou-se a 1.59 no mês de janeiro. Isso significa que havia 159 vagas de emprego para cada 100 candidatosdesempregoA taxa de desemprego no Japão caiu para 2,4% em janeiro, a partir dos 2,7% no mês anterior, informou o Ministério de Assuntos Internos e Comunicação na sexta-feira (2).

A disponibilidade de emprego situou-se a 1.59 no mês, inalterada em relação a dezembro quando saltou para o seu nível mais alto desde 1974, de acordo com o Ministério do Trabalho. Isso significa que havia 159 vagas de emprego para cada 100 candidatos.

O Japão tem um mercado de trabalho apertado enquanto um crescente número de empresas sofre com escassez de mão de obra em meio a uma recuperação econômica moderada.

Contudo, as condições de trabalho apertadas ainda precisam ser traduzidas em crescimento salarial mais forte, uma dor de cabeça para legisladores que estão tentando tirar a economia da deflação.

Exportações robustas ajudaram no crescimento da terceira maior economia do mundo, mas economistas dizem que a demanda doméstica, como o consumo privado e os gastos de capital, precisam se fortalecer ainda mais.
Fonte: Portal Mie com Mainichi

Economia do Japão tem crescimento pelo 8º trimestre consecutivo

A economia japonesa desfrutou de um período de crescimento amplamente conduzido pelas exportações e fatores relacionados à infraestrutura para as olimpíadas em 2020economia japonesa crescimento
A economia do Japão cresceu pelo oitavo trimestre consecutivo no final de 2017, mostraram dados do governo na quarta-feira (14).

Esse foi o período mais longo de expansão desde os dias de auge da “bolha” no final dos anos 1980.

O produto interno bruto – PIB – no quarto trimestre de 2017 expandiu 0,1% ante os três meses do ano anterior, informou o escritório do gabinete.

Contudo, a taxa de crescimento ficou abaixo das expectativas do mercado de 0,2% e representou uma desaceleração em relação a 0,6% no trimestre julho a setembro.

A um índice anualizado, a terceira maior economia do mundo cresceu 0,5%.

“A taxa de crescimento para o último trimestre foi muito baixa se comparada ao período da bolha, mas a economia está sólida o suficiente”, disse Takeshi Minami, economista-chefe do Instituto de Pesquisa Norinchukin.

Para o calendário do ano 2017, a economia teve crescimento de 1,6%, contra 0,9% em 2016.

O corrente período de crescimento é uma boa notícia para o primeiro-ministro Shinzo Abe, que vem tentando fazer a economia alavancar com sua política denominada Abenomics, desde que ele assumiu o poder no final de 2012.

A economia japonesa desfrutou de um período de crescimento amplamente conduzido pelas exportações, auxiliada por uma recuperação da economia global.

Ela também foi impulsionada pela demanda nacional estimulada por melhoria da infraestrutura antes dos jogos Olímpicos de 2020.

No entanto, com o crescimento salarial e o consumo persistentemente lentos, a economia ainda precisa lutar para sair da deflação.
Fonte: Portal Mie com Japan Today, AFP

Brasileiros empregados em Mie são maioria dos trabalhadores estrangeiros

A estatística mostra que o número total de empregados estrangeiros atingiu o máximo desde 2007. E novas contratações ainda são necessárias.brasileiros em mieEm meio à falta de mão de obra também na província de Mie, obteve-se o registro máximo de trabalhadores estrangeiros, chegando a 24.220 pessoas em outubro do ano passado.

Os estagiários técnicos vindos dos países do sudeste asiático fazem parte dos 30% da fatia dessa mão de obra, segundo a Secretaria de Trabalho de Mie.

Pela primeira vez, desde 2007, o número de empresas e indústrias empregadoras ultrapassou a marca dos 3 mil, chegando a 3.039.

Por origem dos trabalhadores os brasileiros são maioria.

  • 6.701 brasileiros
  • 4.888 chineses
  • 3.604 filipinos
  • 3.361 vietnamitas
  • 1.556 peruanos
  • 533 nepaleses
  • 161 coreanos
  • 3.380 de diversas origens

Empregados diretos e por empreiteira
A escassez de mão de obra está nas indústrias de manufatura, como a dos automóveis. A proporção efetiva de oferta de emprego é tão alta quanto ao período da bolha econômica, analisou a secretaria.

A maioria dos trabalhadores estrangeiros (55%) está empregada nas indústrias de transformação. Uma boa parte (34%) é encaminhada para essas empresas através das empreiteiras, pelo haken ou ukeoi.

A previsão da secretaria é de continuar aumentando as contratações de trabalhadores estrangeiros na província.
Fonte: Portal Mie com Chunichi